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Médica é encontrada morta em apartamento de Maringá; marido é preso suspeito de feminicídio

Médica é encontrada morta em apartamento de Maringá; marido é preso suspeito de feminicídio
Foto: Redes sociais, G1

Polícia Militar diz que suspeito foi localizado ferido em Mandaguari, confessou o crime e foi preso em flagrante; bebê presente no imóvel não se feriu

Uma médica foi encontrada morta no apartamento onde morava em Maringá, no Norte do Paraná. Segundo a Polícia Militar, o marido da vítima foi preso em flagrante como suspeito de feminicídio após ser localizado ferido em Mandaguari e, conforme registro policial, admitir às testemunhas que havia cometido o crime.

Apuração e prisão

De acordo com o boletim da PM, a ocorrência teve início após relatos de que um homem ferido havia sido visto entrando no pátio de uma residência em Mandaguari. Os policiais encontraram o homem dentro de um veículo, com lesões no pescoço. Durante o atendimento no local, testemunhas teriam ouvido dele uma confissão de que havia tirado a vida da esposa no apartamento do casal, em Maringá.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegaram ao imóvel onde o casal vivia e constataram o óbito da mulher. A PM informou que a vítima, identificada como Gassi Mazia, foi esfaqueada. O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de feminicídio e foi encaminhado a um hospital, permanecendo internado sob escolta policial.

Vítima, criança no local e repercussão

No apartamento havia um bebê, que não apresentava ferimentos e foi acolhido por familiares da vítima. Conforme a reportagem, as autoridades locais tentam localizar a defesa do preso. A investigação segue sob responsabilidade das instâncias competentes para apurar as circunstâncias do crime e as testemunhas.

Profissionalmente, a vítima atuava como médica na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança, em Sarandi; o município divulgou nota de pesar e manifestou repúdio à violência contra mulheres. O homem apontado como suspeito exercia função na Procuradoria-Geral de Marialva e, conforme a porta-voz da prefeitura citada na apuração, teve a exoneração publicada na madrugada seguinte ao fato.

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