O construtor Jonatas Mendes da Luz assistiu o parto na madrugada de terça-feira (29); o bebê Jonas Henrique nasceu saudável, registrado como nascido em casa

Um parto domiciliar ocorrido na madrugada de terça-feira (29) em Irati terminou sem intercorrências após o marido da gestante, o construtor Jonatas Mendes da Luz, auxiliar no nascimento do filho do casal antes da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Segundo relatos da família, Rosemari Ferraz entrou em trabalho de parto durante a noite. O casal acionou o Samu quando as dores começaram, mas o bebê nasceu muito rapidamente, com 2,760 kg e 48 centímetros, antes da equipe de socorro chegar.
Como ocorreu o parto
Jonatas contou que nunca havia prestado socorro antes e que costuma sentir mal-estar ao ver sangue, mas que, no momento do parto, teve um pico de adrenalina e lembrou de uma série televisiva sobre médicos. Ao perceber a saída da cabeça do bebê, ele ajudou na retirada e, segundo a família, deu estímulos até o recém-nascido chorar. Em seguida colocou o bebê no colo da mãe.
A gestante já tem outros quatro filhos e disse ao g1 que, apesar de conhecer os sinais do trabalho de parto, desta vez a evolução foi muito rápida. A gravidez estava em 38 semanas e 4 dias, e o bebê era esperado a partir da semana seguinte.
Atuação do Samu e desfecho
A equipe do Samu chegou cerca de 15 minutos após o nascimento. Os socorristas avaliaram o recém-nascido, prestaram assistência no pós-parto, entregaram uma tesoura para que o pai cortasse o cordão umbilical e, em seguida, encaminharam a família ao hospital. O técnico de enfermagem Jean Marcelo Toledo e o condutor Jônatas de Moura relataram que o atendimento foi marcante e ressaltaram a importância do suporte após o nascimento.
A certidão de nascimento registra a casa da família como local de nascimento. Conforme as informações disponíveis, mãe, pai e bebê passam bem.
O comunicador de 82 anos atuava em Jaú e dirigia o jornalismo da Rádio Piratininga

O radialista e jornalista José Luiz Monteiro, conhecido como Luiz Monteiro, morreu aos 82 anos em Jaú (SP), informou reportagem do g1 Bauru e Marília reproduzida no portal BastosJa. Monteiro iniciou a carreira no rádio em Cornélio Procópio no início da década de 1960 e trabalhava em Jaú como diretor de jornalismo da Rádio Piratininga.
Trajetória profissional
Segundo a reportagem, Monteiro começou a trabalhar em 1960 em Cornélio Procópio, onde aprendeu a operar mesa de som em uma emissora localizada no mesmo prédio em que trabalhava. Em 1961 passou a atuar como locutor e no ano seguinte foi contratado pela Rádio Cruzeiro do Sul, no Paraná, como repórter policial do programa "Primeira Página". Ao longo da carreira atuou em emissoras de várias cidades até transferir-se para Jaú em 1995, quando assumiu a direção de jornalismo da Rádio Piratininga, cargo que ocupava até o falecimento.
Velório e família
O comunicado citado pela imprensa local informa que o velório ocorre no Memorial Oswaldo Izatto, em Jaú, com atendimento na sexta-feira (2) das 17h às 22h e no sábado (3) das 6h às 9h. Segundo a publicação, não haverá sepultamento. Monteiro deixa a esposa, Edna, e quatro filhas: Flávia, Fabiana, Fernanda e Carolina. A matéria destaca ainda que ele era reconhecido pelo bordão de abertura de seus programas, especialmente no jornalismo policial.
Polícia Civil apura circunstâncias após testemunhas relatarem uso de extensão com fio descascado; vítima foi atendida pelo Siate e chegou ao hospital sem vida

Uma jovem identificada como Paola Azevedo, de 18 anos, morreu após ser eletrocutada enquanto estendia roupas em Pinhalão, no Norte Pioneiro do Paraná, na quinta-feira (1º), segundo informações da Polícia Civil.
De acordo com o relato de duas testemunhas citado pela Polícia Civil (PC-PR), a vítima teria ligado a máquina de lavar utilizando uma extensão cujo fio estava descascado. Ao estender as roupas, a jovem pisou no cabo e sofreu uma descarga elétrica.
Equipes do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) prestaram atendimento no local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e foi levada ao hospital já sem vida. O corpo foi sepultado na quinta-feira em Pinhalão, conforme a reportagem da fonte.
A Polícia Civil informou que investiga o caso para apurar as circunstâncias do acidente. Entre as recomendações citadas pelas autoridades, o tenente André Brito, do Corpo de Bombeiros, ressaltou que máquinas de lavar devem ser manuseadas apenas quando desligadas e que, ao ligar equipamentos à rede elétrica, é importante ter as mãos secas, usar calçado e garantir que a instalação e a fiação estejam em boas condições.
O caso segue sob investigação pela Polícia Civil. Não foram divulgadas outras informações sobre eventuais responsáveis pela instalação elétrica ou possíveis medidas administrativas ou judiciais relacionadas ao incidente.
Grupo, incluindo sete paraguaios, foi atraído por oferta em rede social e vivia sem alimentação e em condições insalubres, diz Auditoria-Fiscal do Trabalho

Dez adultos e dois adolescentes foram resgatados de condições análogas às de escravo na zona rural de Paranacity, no Noroeste do Paraná, segundo a Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT). O resgate ocorreu na quarta-feira (30) e o grupo estava colhendo mandioca quando foi localizado.
De acordo com a AFT, sete das 12 pessoas, entre elas os dois adolescentes de 16 e 15 anos, são do Paraguai e teriam sido atraídas ao Brasil por meio de oferta de trabalho divulgada em uma rede social. Um intermediário identificado como "gato" fez o recrutamento e o transporte até o país.
Os fiscais constataram que o imóvel onde o grupo estava abrigado não possuía condições básicas de higiene. As pessoas dormiam em colchões no chão doados por vizinhos e não havia alimentos disponíveis. Segundo a inspeção, essas condições configuravam submissão a situação degradante de trabalho, uma das modalidades previstas na legislação como trabalho em condição análoga à de escravo.
Atendimento e medidas adotadas
Após o resgate, as 12 pessoas foram levadas a um hotel, onde receberam alimentação e assistência. A AFT informou que os empregadores, cujos nomes não foram divulgados, devem pagar as verbas trabalhistas devidas e o valor estimado por danos morais. Os trabalhadores também terão direito ao seguro-desemprego específico para resgatados de condição análoga à de escravo.
Segundo a fiscalização, o grupo trabalhou desde o fim de agosto em colheitas em diferentes propriedades da região sob ordens do intermediário. Receberam pagamento apenas na primeira semana e permaneceram sem salário depois desse período. A presença de dois adolescentes entre os resgatados pode levar ao aumento de metade da pena aplicável, conforme a AFT.
Vítima viajava para comprar carro; PM encontrou duas malas com aproximadamente 95 quilos de maconha e prendeu três pessoas

Um homem que havia viajado cerca de 443 quilômetros de Santa Catarina até Foz do Iguaçu para comprar um carro foi mantido contra a vontade em uma casa depois de recusar uma proposta para transportar drogas, segundo a Polícia Militar.
Ocorrência e acionamento
De acordo com o relato registrado pela PM, ao chegar ao local de negociação do veículo a vítima recebeu a oferta para levar duas malas com maconha até Santa Catarina e recusou. A partir desse momento, ele foi impedido de deixar a residência. A vítima conseguiu contatar o 190 e informar a localização do imóvel.
Apreensão e prisões
Militares deslocaram-se ao endereço por volta das 23h30 da terça-feira (29). No imóvel, a equipe encontrou dois homens e uma mulher na sala; a vítima foi localizada em um dos quartos. Em outro cômodo, os policiais encontraram duas malas com aproximadamente 95 quilos de maconha. Os dois homens e a mulher foram detidos e encaminhados à delegacia, juntamente com a droga apreendida.
Investigação
Segundo a corporação, a Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias do caso e a participação de cada envolvido. A reportagem informa que as cidades de origem da vítima e o destino previsto da droga não foram divulgados por motivos de segurança.
Guilherme de Christo Amarante, 45, foi encontrado horas depois; Polícia Civil investiga e diz não haver indícios de crime, investigação segue

Um motorista identificado como Guilherme de Christo Amarante, de 45 anos, morreu após o veículo em que estava cair em uma cratera aberta por obras de drenagem na madrugada de quarta-feira (30) em Prudentópolis. O carro e o corpo só foram localizados cerca de quatro horas depois por equipes do Corpo de Bombeiros.
O acidente ocorreu por volta das 2h20 na esquina entre a Avenida São João e a Rua Prudente de Moraes. O automóvel foi percebido no buraco por volta das 6h50, quando o Corpo de Bombeiros foi acionado para atendimento. A cena foi registrada por uma câmera de segurança, segundo a reportagem.
Investigação e perícia
A Polícia Civil do Paraná informou que está investigando as circunstâncias da morte. Em caráter preliminar, a corporação relatou não ter identificado indícios de crime, mas prossegue com apurações para esclarecer o que ocorreu.
O corpo foi encaminhado à unidade da Polícia Científica em Guarapuava para perícia e, em seguida, liberado para as cerimônias fúnebres. Conforme a fonte, o velório ocorreu na Capela São José e o sepultamento no Cemitério Papuã na manhã de quinta-feira (1).
Posição da prefeitura
A Prefeitura de Prudentópolis divulgou nota afirmando que a cratera resultou de uma obra de drenagem executada por empresa terceirizada, com instalação de manilhas para escoamento das águas pluviais. A administração municipal disse que o trecho estava sinalizado e iluminado no momento do acidente, manifestou pesar pela morte e informou que aguarda as conclusões das autoridades competentes, incluindo os trabalhos da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal.
O g1 questionou a Polícia Civil sobre a veracidade da sinalização no local, mas a corporação informou que não havia atualizações sobre a investigação no momento da publicação.
As informações acima foram extraídas da reportagem original mencionada pela fonte. A apuração oficial sobre causas e responsabilidades está em andamento pelas autoridades competentes.
Criança de 6 anos deixou Escola Municipal Dos Vinhedos por portão aberto; Secretaria Municipal da Educação determinou apuração

Um menino autista de 6 anos saiu sozinho da Escola Municipal Dos Vinhedos, em Santa Felicidade, Curitiba, e caminhou até uma mercearia próxima antes de ser levado por um vizinho até a casa da família, segundo relatos da mãe e da imprensa local.
Como ocorreu
O episódio ocorreu na sexta-feira (25). De acordo com a mãe, Thamiris Prado, a criança saiu pelo portão do estacionamento da escola, que estaria aberto, e percorreu cerca de duas quadras. Ela disse que o filho caminhou por aproximadamente dez minutos até chegar a uma mercearia onde foi encontrado por um vizinho, que o acompanhou até a residência.
Posicionamento e medidas
A Secretaria Municipal da Educação (SME) informou que determinou a apuração das circunstâncias em que o estudante deixou a unidade e que, assim que a ausência foi identificada, a equipe iniciou buscas. A secretaria informou ainda que cerca de dez minutos depois foi confirmado que o estudante estava em segurança na residência e que a família foi recebida pela direção no mesmo dia.
Segundo a mãe, ao tentar contato com a escola encontrou dificuldade: uma ligação foi encerrada pela secretaria e, em tentativas posteriores, não houve retorno. Thamiris também afirmou que foi informada de que as câmeras de segurança da unidade não estavam funcionando. Ela relatou que o filho não voltou à escola desde o episódio e pretende buscar outra instituição.
As informações sobre o caso foram divulgadas por G1 PR e RPC, com reportagem assinada por Elessandra Amaral e Maria Pohler. A apuração da SME foi anunciada pela própria Secretaria Municipal da Educação; não há no material disponível detalhamento sobre as conclusões dessa apuração até o momento.