Vítima de 31 anos foi atendida no Hospital Municipal; suspeito não foi localizado pela Polícia Militar

Um homem de 31 anos deu entrada no Hospital Municipal de Andirá após ser ferido durante uma briga em um bar na tarde de sábado (5), segundo registro da Polícia Militar. A vítima relatou ter sido atingida por um golpe de canivete próximo às costelas; a equipe médica informou que a lesão tinha cerca de três centímetros e não havia indicação de risco imediato à vida.
Relato da ocorrência
Conforme o boletim policial, a vítima contou que estava no estabelecimento quando outro homem entrou e iniciou uma discussão. Ainda segundo o relato, o desentendimento teria relação com um relacionamento anterior entre a vítima e a filha do suspeito. A discussão evoluiu para agressões físicas e, conforme a versão apresentada pela vítima aos policiais, o agressor desferiu um golpe com um canivete na região próxima às costelas.
A equipe médica do hospital comunicou a Polícia Militar às 13h43, momento em que foi registrado o atendimento. A informação sobre o tamanho aproximado do ferimento e a avaliação sobre ausência de risco imediato à vida foi repassada pela unidade de saúde aos agentes no local.
Providências e investigação
Após colher os relatos da vítima, os policiais realizaram diligências em busca do suspeito, que não foi localizado até a conclusão do boletim de ocorrência. A vítima recebeu orientações sobre os procedimentos legais cabíveis, segundo o registro. O caso foi documentado pela Polícia Militar e deverá ser apurado pelas autoridades competentes, com eventual prosseguimento das investigações pela delegacia responsável.
As informações divulgadas constam do registro policial e do boletim de atendimento hospitalar. Não há no conteúdo disponível confirmação sobre identidade do suspeito, apreensão de arma ou eventuais medidas cautelares tomadas até o momento do registro.

Vítima diz que dois homens invadiram a casa; um estaria armado com faca; suspeitos não foram localizados
Um homem ficou ferido após relatar que dois homens invadiram sua residência na madrugada de sábado (5) em São Sebastião da Amoreira. A Polícia Militar foi informada do caso quando a vítima deu entrada no Hospital Municipal.
De acordo com o registro policial, a equipe foi acionada por volta de 1h04. No hospital, os policiais conversaram com o homem de 32 anos, que contou ter estado em casa, na Rua José Honório Raquel, quando dois indivíduos pularam o muro e arrombaram a porta do imóvel.
Relato da vítima e lesões
Segundo o relato, um dos invasores estaria armado com uma faca e desferiu golpes contra a vítima, que sofreu ferimentos. A equipe médica informou à polícia que as lesões eram superficiais e, no momento do atendimento, não estavam configurando risco maior à saúde do paciente.
Investigação e diligências
A vítima disse à Polícia Militar que havia tido um desentendimento dias antes com o suspeito apontado como autor das agressões; o segundo envolvido não foi reconhecido. Após colher as informações, os policiais realizaram diligências para localizar os dois suspeitos, mas nenhum foi encontrado.
O homem recebeu orientações sobre os procedimentos legais cabíveis. O caso seguirá em apuração pelas autoridades competentes, conforme informado no registro policial.

Veículo foi localizado aparentemente abandonado; nenhum suspeito foi detido
A Polícia Militar localizou na manhã de sexta-feira (4) um Chevrolet Corsa Wind com registro de furto/roubo em Bandeirantes. O carro foi encontrado aparentemente abandonado na Rua Antônio Ragazzo por volta das 9h39, segundo o registro policial.
Localização e checagem
De acordo com o boletim, os policiais foram acionados após informações sobre um automóvel deixado no local. Ao verificar os elementos de identificação, incluindo o chassi, a equipe constatou que havia alerta de furto/roubo referente a uma ocorrência registrada durante a madrugada.
Procedimentos e investigação
Os militares fizeram buscas nos arredores à procura de possíveis envolvidos, mas não localizaram suspeitos naquele momento. O veículo foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para a adoção dos procedimentos legais e para que a ocorrência seja investigada pela autoridade competente.
Até a última atualização do registro citado, a Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias do furto/roubo e a eventual restituição do automóvel ao proprietário, conforme os trâmites estabelecidos.

Climatempo aponta risco de acumulados superiores a 300 mm e rajadas próximas a 70 km/h a partir de quarta-feira (9); INMET já emitiu alerta
O Paraná deve enfrentar uma sequência de dias de instabilidade a partir de quarta-feira (9), com possibilidade de tempestades acompanhadas de chuvas volumosas e ventos fortes, informa a empresa de meteorologia Climatempo. No acumulado do período, alguns pontos podem registrar volumes superiores a 300 mm, e os ventos podem atingir velocidades próximas de 70 km/h.
Como será a mudança no tempo
Segundo a Climatempo, a terça-feira (8) ainda teve predomínio de tempo firme devido à influência de uma massa de ar frio, com amanhecer mais frio especialmente no sul, centro-sul, Campos Gerais e na Região Metropolitana de Curitiba. A partir de quarta-feira, o quadro muda com o aumento da umidade e a volta das instabilidades.
A meteorologia associa a mudança à atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera e a uma área de baixa pressão em atuação entre o norte da Argentina e o Paraguai. As primeiras áreas de chuva devem atingir sobretudo o oeste e o sudoeste do estado e, ao longo do dia, avançar para o centro-sul e outras regiões paranaenses.
A Climatempo destaca que as regiões com maior atenção são o sul, a região central, o oeste e o sudoeste, por conta tanto da intensidade dos temporais quanto dos elevados acumulados de chuva. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) chegou a emitir um alerta para a quarta-feira (9).
Na quinta-feira (10) as instabilidades devem permanecer ativas, mantendo risco de chuva de moderada a forte intensidade e temporais isolados em todo o estado. Já na sexta-feira (11), a formação de nova área de baixa pressão e a propagação de um cavado podem reforçar a organização de instabilidades; a previsão inclui raios, rajadas de vento e queda de granizo, com atenção especial para oeste, sudoeste, sul e parte da região central. Além da chuva forte, a Climatempo relata que as rajadas de vento durante a tarde poderão superar os 50 km/h em partes do estado.
O Simepar divulgou mapas de previsão atualizados na manhã de terça (8) mostrando a evolução das instabilidades para os dias seguintes. A orientação é acompanhar atualizações oficiais locais e alertas de órgãos meteorológicos até a melhora do sistema.

Vídeo gravado por morador mostra animal amordaçado e com patas presas; caso ocorreu em 31 de agosto e ganhou repercussão em redes sociais
Um cachorro foi encontrado preso dentro de uma caixa de papelão e abandonado em um cesto de lixo em Guarapuava, segundo relato de protetores que divulgaram um vídeo do caso. O animal teria passado a noite dentro da caixa e foi libertado na manhã seguinte pelo proprietário do imóvel.
Registro e resgate
O resgate ocorreu após um morador do Bairro Primavera filmar a cena e compartilhar o material com um grupo de protetores de animais, que publicaram o vídeo nas redes sociais. Conforme a protetora Solange Djunbanski, o cachorro estava amordaçado e com as patas amarradas, o que teria impedido o animal de pedir socorro durante a noite. Segundo ela, câmeras de segurança do local teriam registrado o momento do abandono.
Ainda de acordo com a protetora, o animal estava assustado e, na tentativa de fugir, acabou mordendo a mão de quem o libertou. Não há informações na reportagem sobre o estado de saúde atual do cachorro.
Apelo de protetores e investigação
O caso ocorreu em 31 de agosto e ganhou repercussão nas redes sociais na segunda-feira, 7 de setembro. A reportagem do g1 informou que questionou a Polícia Civil sobre a investigação e aguarda posicionamento. Protetores orientaram a denúncia do caso às autoridades competentes.
A publicação que divulgou o vídeo e os relatos pede investigação e responsabilização por abandono e maus-tratos, conforme o relato da protetora. Denúncias podem ser encaminhadas às autoridades responsáveis, que foram acionadas segundo a reportagem, mas ainda não haviam se manifestado até a última atualização.

Familiares acionaram a polícia depois que homem disse ter matado a companheira; corpo tinha facas ao lado e cerca de 10 marcas de golpes, segundo delegado
O assassinato da médica Gassi Mazia, em Maringá, foi comunicado à Polícia Militar depois que uma familiar ouviu o marido dela, João Vitor Domingues Romeiro, relatar que havia cometido o crime. O suspeito foi detido em flagrante e teve prisão preventiva decretada no dia seguinte.
Relato da testemunha e prisão
Segundo depoimento prestado à Polícia Civil, na noite de sábado (5) João Vitor enviou mensagens e fez contato com a familiar, perguntou se ela estava em Mandaguari e pediu o endereço de casa. Ao chegar ao local, estacionou e, ainda no veículo, afirmou à mulher que havia discutido com Gassi e que a havia matado. A reportagem manteve em sigilo o nome da testemunha, conforme decidiu a fonte original.
Após a informação, a família acionou a Polícia Militar e o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate). A equipe policial de Mandaguari deu voz de prisão em flagrante ao homem, que apresentava ferimentos na região do pescoço e foi internado em hospital sob escolta.
Local do crime e apuração
Equipes de Maringá foram até o apartamento da vítima. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já havia confirmado o óbito. Conforme o boletim de ocorrência, havia três facas ao lado do corpo e a vítima aparentava ter aproximadamente 10 marcas de golpes, informação divulgada pelo delegado Adriano Garcia.
O corpo de Gassi foi encontrado inicialmente por outro familiar que foi ao imóvel após saber da ocorrência. Esse familiar também localizou no imóvel o filho do casal, de oito meses, sozinho. O sepultamento da vítima ocorreu na manhã de segunda-feira (7).
A prisão preventiva do suspeito foi decretada no domingo (6). A defesa de João Vitor informou que só vai se manifestar sobre o caso a partir de terça-feira (8). Outras diligências e esclarecimentos sobre a motivação do crime não constam no material fornecido.

Pesquisa encontra correlação entre perda de floresta na Amazônia e menor precipitação no Paraná, com impacto em agricultura e geração hidrelétrica
Pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) identificaram correlação entre aumento do desmatamento na Amazônia e redução de chuvas na Bacia do Rio Iguaçu, região estratégica do Paraná para a agricultura e a produção de energia. O trabalho aponta que cerca de 40% da chuva no estado está associada à umidade que vem da Amazônia.
Metodologia e abrangência
O estudo cruzou séries temporais de perda de vegetação na Amazônia com registros de precipitação obtidos em 64 estações pluviométricas no período entre janeiro de 2011 e dezembro de 2023. Os autores utilizaram dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e publicaram os resultados na revista Brazilian Journal of Biology.
Consequências para produção e abastecimento
A análise indica que a Bacia do Rio Iguaçu é especialmente sensível à queda de umidade transportada da Amazônia. Segundo o trabalho, a bacia concentra aproximadamente 60% da produção de grãos do Paraná, responde por cerca de 23% da pecuária estadual e abrange cinco grandes reservatórios que, em conjunto, representam aproximadamente 41% da geração hidrelétrica do estado, segundo dados apresentados no estudo.
As autoras destacam que a diminuição da umidade pode elevar a frequência e a intensidade de secas, tornando lavouras mais vulneráveis em fases críticas do desenvolvimento. Como exemplo, foi citada a safra de soja 2021/2022, quando uma estiagem severa reduziu a produção estadual em cerca de 50%, segundo informações trazidas pelo estudo e por interlocutores técnicos.
Os pesquisadores ressaltam, porém, que o trabalho identifica associação entre períodos de desmatamento e queda de precipitação, sem afirmar que todo episódio de seca no Paraná seja causado exclusivamente pela perda de floresta na Amazônia. A pesquisadora Ana Carolina da Silva, uma das autoras, explicou que a floresta amazônica atua como fonte de vapor d'água que alimenta correntes atmosféricas que alcançam o Sul do país.
Especialistas do setor agrário ouvidos no estudo lembram que os efeitos variam dentro do Paraná, devido à influência de massas de ar e às diferenças climáticas regionais; isso faz com que impactos sobre produtividade e abastecimento sejam localmente heterogêneos.